RECORTES DE IMPRENSA

O mais importante de vivermos numa democracia é o facto de podermos eleger aqueles que queremos que nos representem no Governo, na Assembleia da República, ou enquanto Presidentes da República, e o facto de termos liberdade de expressão.
Estes dois direitos irrevogáveis  permitem-nos pôr em causa, questionar, fazer demitir, exigir o acesso a todas as decisões e contas do Estado, responsabilizar os governantes pelas suas ações. Enfim, participar de uma forma ativa e informada nas decisões e futuro do país.
Mesmo nas ditaduras há uma liberdade que ninguém nos pode tirar, a liberdade de pensar.

Mas, para que essa liberdade de pensar, em ditaduras ou democracias, seja coerente e objetiva, necessitamos estar informados, quer pelo conhecimento direto e através dos estudos, investigações e análises que nós próprios fazemos, quer através da informação veiculada pelos meios de comunicação social.

Ainda que, muitas vezes, esta informação não seja nem isenta, nem objetiva, nem idónea, a filtragem que dela fazemos, vai possibilitar que façamos uma análise que ficará tão próxima da realidade, quanto nós próprios formos capazes de ser objetivos e isentos, e quanto menos a informação recebida dos meios de comunicação seja truncada, deturpada ou tendenciosa.


O nosso melhor "ajundante" para compreendermos a realidade à nossa volta, tomarmos decisões, emitirmos opiniões e juízos, relativamente à vida política e económica do país, é, certamente, o bom-senso.
Afinal, a vida política, económica e social de um país não difere assim tanto daquilo que se passa em cada uma das nossas casas, apenas a dimensão é outra.
Então, talvez seja adequado, para tomar decisões ou emitir opiniões relativamente às políticas do país, usar os mesmos critérios que utilizamos em nossas casas, para tomar as decisões, a esses diferentes níveis. 
Já agora, é importante perceber se essas opiniões/decisões, que toma em sua casa, costumam funcionar.


Partilho convosco alguns recortes da imprensa de hoje. Os títulos contêm os links para a notícia original, pelo que basta carregar nos mesmos.


12/11/2015, 0:13
O BE quer discutir a dívida. A reforma do IRS pode ser dura. Nos acordos celebrados existem medidas certas, outras vagas e medidas arriscadas que ainda vão ter que ser negociadas.


11/11/2015, 11:17251.373 PARTILHAS
Custo de aumentar pensões até 628,8 euros sobe 66 milhões em 2016 e 360 milhões em 2017. Subsídios serão pagos por igual a cada trimestre e as concessões e privatizações só são revertidas sem custos.

Novidades no salários da Função Pública

Já o aumento do ritmo da devolução dos salários da Função Pública vai custar às contas do Estado, nas contas do PS, mais 450 milhões de euros no próximo ano, quando a comparação é feita com os valores de despesas com salários no Estado inscritos no Orçamento do Estado para 2015. Em 2017, acrescem a estes mais 350 milhões de euros.

12.11.2015  01:00


 Socialistas contabilizam impacto das medidas de Costa.

 Por José Rodrigues, Pedro H. Gonçalves

O PS já fez as contas às medidas que promete pôr em marcha quando formar Governo com o apoio do Bloco de Esquerda, PCP e PEV. Só em 2016 as alterações custam aos cofres públicos quase mil milhões de euros. 


Bom dia,
Centeno. Mário Centeno. Decore bem este nome (se é que ainda não o fez) pois deve mesmo ser um dos homens fortes do próximo Governo liderado por António Costa, na pasta das Finanças. Está encontrado o ‘Gaspar’ de Costa. E basta passar os olhos pelos jornais e televisões para se perceber que este economista do Banco de Portugal, com passagem por Harvard, benfiquista ferrenho e algarvio especialista em cozinhar chocos com tinta, anda mesmo numa espécie de roadshow, cá dentro e lá fora.


João Miguel Tavares
12/11/2015 - 05:06

Aceitar aqueles três desacordos daria uma grande felicidade à esquerda. Mas transformaria o presidente da República num triste notário.



Boas reflexões... 


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