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A mostrar mensagens de Abril, 2014

SOCIEDADE ECOZÓICA

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Recentemente, tomei contacto com o conceito "Sociedade Ecozóica". 
Embora não tenha ainda um grande conhecimento acerca do assunto, nem da viabilidade de pôr em prática um tal projeto, talvez um pouco utópico, de uma forma eficaz, realista e benéfica, nem da aceitação que  teria, da maioria das pessoas, achei-o deveras interessante, até porque vai ao encontro de muitos dos meus valores e perspetivas em relação à nossa forma de estar no mundo.
Assim, realizei uma pesquisa acerca deste assunto, da qual partilho as informações mais pertinentes e mais solidamente elaboradas.


“Sociedade Ecozóica” é um conceito de Thomas Berry – consiste na criação de uma nova forma de vida, pautada em valores que restaurem a ligação entre o ser humano e a natureza não apenas pela necessidade física de se combater a degradação ambiental, mas também como uma filosofia que traga novamente essa comunhão com o mundo também à nossa mente e à nossa alma – como os povos da Antiguidade. Este é o artigo…

Num Mundo Paralelo

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Antigamente, as pessoas, crianças ou adultos, com deficiências ou atrasos mentais, determinadas deformações físicas, ou comportamentos considerados aberrantes, ou fora  dos parâmetros considerados normais, eram afastadas da sociedade, mantidas encarceradas ou, pelo menos, longe do olhar dos estranhos. Alternativamente, eram o alvo da troça e escárnio das comunidades em que viviam ou, até mesmo, expostas em feiras, como animais exóticos, para espanto e gáudio da populaça.   Neste, como em muitos outros aspetos, as sociedades evoluíram. Progressivamente, a maioria destas pessoas começaram a integrar-se e a ser aceites. Embora, ainda persista certa dificuldade de aceitação por uma parte considerável da sociedade. Esta dificuldade de aceitação deve-se principalmente à estranheza e algum temor que algumas pessoas sentem relativamente a estes seres humanos especiais, motivada, acima de tudo, pela falta de conhecimento e informação. Ainda que, todos nós, nas primeiras vezes que entramos em cont…